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Saiu o resultado dos 30 artistas pré-selecionados para o Prêmio Sérgio Motta, sou um deles.
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Inaugurou ontem 13/07 no Paço das Artes meu novo trabalho The Lovers.
Vejam o site e caso queiram mais detalhes, me escrevam aqui ou no email.
Filed under: Uncategorized | Tags: arte, christian marclay, daniel borins, fabio faria, grau zero, guilherme e andrezza valentin, hidelbrando de castro, kota ezawa, les leveque, mobileart, ornella castelli di sabbia, paço das artes, rick castro, rodrigo bivar, the lovers, tiago judas, tonico lemos
Na próxima segunda-feira (13/07) estarei no Paço das artes com um novo trabalho chamado “The Lovers”.
Quem estiver disponível, apareça, a partir das 19h.
Segue abaixo o convite, após a abertura colocarei informações sobre o trabalho. Não contarei antes para não estragar a surpresa.
Participam os artistas: Christian Marclay, Claudio Bueno, Daniel Borins, Fabio Faria, Guilherme Marcondes e Andrezza Valentin, Hidelbrando de Castro, Kota Ezawa, Les LeVeque, Ornella Castelli di Sabbia, Rick Castro, Rodrigo Bivar, Tiago Judas e Tonico Lemos Auad.
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Iniciei no dia 22/06 minha residência no LABMIS.
O projeto ainda está mudando muito, mas já toma formas interessantes que serão colocadas aqui em breve.
Filed under: Uncategorized | Tags: arte, bueno, celular, claudio, internet livre, mobili, oficina, poéticas, rede, sesc
Após passar pela VI Bienal da UNE em Salvador e pelas unidades do Sesc Pompéia, Santo André e Ribeirão Preto, aconteceu na última semana, entre os dias 19 e 22 de maio, no Sesc Santo André, a oficina Poéticas da Rede.
Saiba como foi através do link:
http://www.ilivresantoandre.blogspot.com/

Oficina Poéticas da rede no Sesc Santo André
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Casa Aberta: visitante interagindo com o trabalho
Até o dia 30/05 estará na Escola São Paulo a exposição Demasiada Presença, com curadoria de Christine Mello. Participo com o trabalho Casa Aberta, ao lado de Denise Agassi (Subindo a Torre Eiffel) e Lucas Bambozzi (Panorâmicas Contidas).
Sobre meu trabalho, acompanhe pelo link http://justin.tv/casaaberta até o dia 30/05 ou saiba mais clicando no link abaixo:
http://buenozdiaz.wordpress.com/2008/10/20/casaaberta/
Neste projeto, permito que as pessoas entrem para minha casa “virtualmente” a partir de uma ligação de celular de qualquer pessoa, de qualquer lugar; que possibilita ligar, desligar ou trocar os canais da minha tv.
Veja também:
. texto crítico escrito por Ananda Carvalho no Canal Contemporâneo:
O documentar e as estéticas digitais. Sobre a exposição “Demasiada Presença”.
http://www.canalcontemporaneo.art.br/arteemcirculacao/archives/002253.html
. texto da curadora Christine Mello
http://www.escolasaopaulo.org/exposicoes/exposicoes/arte-meios-tecnologicos/copy_of_das-imagens-as-coisas
. na revista PIX
http://mypix.terra.com.br/NovoProjeto/revistaWebArte_26.php
Filed under: Uncategorized | Tags: art, arte, claudio bueno, connecting, denise agassi, espaço, físico, google maps, gps, kandinsky, marcus mastos, nacho duran, público, perdizes, spaces, urban, virtual

Em 18 de fevereiro abriu a exposição “Connecting Urban Spaces” em Manila – Filipinas.
Participam desta exposição: Adriano Casanova, Rafael Suriani, Nicholas Buer, Aline Von der Assen, Samantha Orui, Marcus Bastos, Claudio Bueno, Denise Agassi, Nacho Duran, Augustina Barthes, Daniel Medina, Juan Estanislao Ortiz, Noemi Bénézeth, Sebastian Bravo, Monika Meireles and Mark Sanvatus (WOP resident/mediator/curator)
O trabalho que apresento ao lado de Marcus Bastos, Nacho Durán e Denise Agassi é o “Kandinsky by Perdizes”, que surgiu na oficina iniciada pelo Marcus e o Nacho no MIS. Neste projeto interpretamos dados gerados a partir de 2 GPS dando origem a uma interface gráfica e animada em flash, que faz referência às formas encontradas no quadro de Kandinsky, na tentativa de construção de um mapa mais abstrato.
Para saber detalhes sobre o trabalho, acesse o site do projeto: http://marcusbastos.net/lat-23

Filed under: Uncategorized | Tags: arte com celular, arte digital, arte em rede, bolsa, celular, claudio bueno, espaço, estrelas cadentes, mídias locativas, MIS, mobile art, novas mídias, residência

No último sábado dia 24/01, fui contemplado com a bolsa residência do LabMIS, que acontecerá por 3 meses durante o ano de 2009, em período ainda indefinido. O projeto foi submetido ao edital aberto no final de 2008 e das 84 propostas recebidas, foram selecionadas 4.
A residência consiste no desenvolvimento de um trabalho prático no espaço expositivo do MIS e com suporte financeiro e de equipe (artistas e críticos renomados orientam o trabalho e equipe técnica auxilia na programação e desenvolvimento). Veja abaixo a descrição do projeto apresentado:
Eletrônico Digital: por uma arte em mídias locativas
O projeto faz parte da atual pesquisa do artista, que busca integrar às chamadas mídias locativas aos circuitos eletrônicos e da arquitetura, de forma que aparelhos celulares passem a produzir não só imagem, som, texto e comunicação verbal-oral, mas a alterar, transformar e reorganizar espaços remotamente.
O artista possui 3 trabalhos práticos que poderão ocorrer durante a residência, além de outros que poderão surgir, mas será priorizada a instalação “Estrelas Cadentes” como realização obrigatória.
Juntamente aos trabalhos práticos, será desenvolvido um blog com fotografias, textos e vídeos, que documentarão o processo, permitindo que o projeto ocorra em plataforma aberta, em contato com outros artistas, pesquisadores e instituições. Um texto final também será apresentado como resultado reflexivo sobre a residência.
Conceituação
Num cenário composto por 122 milhões de celures ativos no Brasil, cabe aos artistas das novas mídias, se posicionar, repensar e questionar a utilização crítica destes aparelhos e do espaço no qual eles estão inseridos.
Desta forma, este projeto levanta algumas questões que podem ser colocadas neste sentido:
Como as mídias móveis e digitais, a partir de qualquer ponto, nos habilitam a alterar, transformar ou reorganizar determinados espaços físicos? Seja o espaço da arquitetura, da natureza, ou das relações.
Em algum tempo, as chamadas mídias locativas funcionarão também como “controles remotos”, ou seja, possibilitarão além de comunicação e geração de material audiovisual, interferências e modificações no território habitado?
Como partilhar a construção de um trabalho de arte, dando visibilidade a uma rede de conexões e presenças inicialmente invisíveis?
O projeto prático que será executado: Estrelas Cadentes

Estrelas Cadentes: esquema de funcionamento
Instalação multimídia
focos principais:
arte locativa
instalação interativa
arte em rede
palavras-chave: celular . circuitos eletrônicos . internet . rede . estrelas cadentes
Este trabalho é inspirado no projeto Blinkenlights, desenvolvido em 2001 pela Chaos Computer Club em Berlim.
“Estrelas Cadentes” acontece a partir de um “céu” formado por 200 bexigas pretas carregadas de tinta colorida e uma estrela branca impressa sobre cada uma delas. Um número de celular será disponibilizado e a partir do recebimento de ligações nesse celular, uma luz acende sobre a bexiga selecionada e a bexiga estoura. Ao estourar, a bexiga jorra toda a tinta contida dentro dela e deixa de existir, semelhante a uma estrela cadente, deixando apenas a mancha de tinta que ficará no chão do espaço expositivo. Ao final, depois de 200 ligações, todo o céu terá se desmanchado e haverá apenas uma grande mancha misturada e colorida no chão. Toda a ação será transmitida via webcam, para que qualquer pessoa, de qualquer lugar, possa atuar no trabalho. As ligações serão estimuladas via web e no espaço expositivo, através de sinalização discreta, permitindo maior fruição do trabalho antes de fazer a ligação.
Além do celular com chip, serão utilizados componentes eletrônicos comprados na Santa Ifigênia – SP.

celular+motor+gilete+bexigas de tinta: testes de transmissão de pulso do celular para o motor
Algumas possibilidades poéticas sugeridas pelo trabalho:
. metáfora da estrela cadente que se desmancha no ar, transformando-se numa grande mancha de cor;
. o chão manchado de tinta pode ser imaginado como um chão de desejos misturados e compartilhados, desejos estes, de âmbito pessoal / privado, colocado ali em contato com todos os outros; Os desejos citados estão relacionados àqueles feitos para uma estrela cadente;
. a quase impossibilidade de ver uma estrela cadente nas grandes metrópoles;
. a efemeridade e partilha de um acontecimento
. A possibilidade de visualização e interação com o trabalho dentro e fora da galeria. No espaço das redes internet e celular, e no espaço físico.
. o celular sendo utilizado como parte integrante de uma rede, de construção coletiva, de partilha, visualidades e experiência sensória. Interferindo, transformando e modificando o espaço físico.
O projeto não pretende discutir questões sobre a pintura, mas aspectos como: a conexão, a impermanência destes acontecimentos, as presenças, as transformações deste espaço físico e na plasticidade da estrela estourando.

Protótipo de mancha que ficará no espaço expositivo
O projeto conta com a especial ajuda de Cleiton Alves nas questões eletrônicas.
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Na última sexta-feira (19/12) saiu na revista PIX on e off line,
o projeto Casa Aberta.
Para saber mais sobre o trabalho, clique aqui e veja o post publicado no lançamento do projeto.
Se você já conhece o trabalho e quer ir direto à transmissão, clique aqui.








